quinta-feira, 20 de junho de 2013

Cientista cristão é demitido de universidade católica por acreditar que Jesus cura

Um cientista cristão foi demitido de seu cargo na Universidade Católica de Leuven, na Bélgica, por publicar vídeos em seu site pessoal com relatos de curas milagrosas através da fé em Jesus.
A demissão de Fernando Pauwels levantou um debate em torno da liberdade de expressão e a dimensão do secularismo na Bélgica, que ao lado da França tem se tornado um dos países europeu com maior desapego à fé.
Pauwels trabalhou por onze anos para o Instituto de Pesquisa para o Trabalho e Sociedade da universidade, e descobriu que a demissão ocorreu pela exposição dos vídeos.
“A Universidade viu alguns desses clipes de pessoas sendo curadas e dando seus testemunhos e os chamaram de ‘anticientíficos’. Se alguém me perguntasse: ‘Você quer um novo contrato? ’, eu diria ‘sim, claro’. ‘Você tem qualquer problema com seus colegas de trabalho?’ Eu diria `não, tudo está bem’”, afirmou, deixando claro que nem seu trabalho nem seu relacionamento com os colegas de serviço tinham sido prejudicados por sua fé.
Um dos membros do corpo docente da universidade, Rik Torfs, afirmou que “a liberdade de religião significa que as pessoas podem acreditar em qualquer coisa que eles gostam ou qualquer coisa pela qual eles se sintam atraídos”. Torfs disse ao site CBN News que se fosse eleito reitor da universidade, voltaria a contratar o cientista.
Enquanto isso, Fernando Pauwels disse estar tranquilo consigo mesmo, embora indignado pelo motivo usado para sua demissão: “Se eu fui demitido por causa de acreditar em algo não-científico assim, que Jesus Cristo ainda cura, eu estou bem com isso. Mas ainda é errado”. O cientista também acreditou que um dia, o próprio Jesus vai consolá-lo: “Um dia eu vou estar diante do Senhor e Ele vai dizer: ‘Bem feito. Isso é tudo o que importa. Isso é tudo o que importa’”

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Joelma diz que lançará CD gospel como agradecimento a Deus e que Banda Calypso não vai acabar: “Enquanto tiver vida, a gente continua”

voltou a falar sobre sua vontade de gravar músicas gospel e disse que o processo de produção do CD
com músicas religiosas está em processo de produção. Entrentanto, Joelma negou que a banda Calypso vá acabar.
Segundo a cantora, a banda “Calypso não vai acabar nunca”, e que seu projeto gospel será à parte de seu trabalho: “Eu só falei que eu tenho vontade, um sonho de gravar um gospel. E eu estou gravando agora um disco gospel. É um trabalho paralelo da banda”, resumiu.
A cantora justificou sua posição dizendo que a parceria musical ao lado do esposo, Chimbinha, tem muitos compromissos acertados e que a decisão de fazer um CD de música gospel atende a uma questão pessoal e de fé.
“A banda é consolidada no Brasil todo. Até 2015, a gente já tem show agendado. Mas a gente tem que fazer uma coisa diferente. E a Calypso continua. Enquanto a gente tiver vida, a Calypso vai continuar. [Gravar o CD gospel] é uma forma de agradecer a Deus por tudo que a gente conquistou. A gente não esperava tanto sucesso”, declarou.
O jornal Extra no Rio de Janeiro publicou a informação de que o desabafo da cantora no último fim de semana, teria colocado seu casamento com Chimbinha em crise: “Já separaram tanto a gente. Nem dou ouvidos mais a isso”, afirmou Joelma.
O guitarrista Chimbinha afirmou que sua esposa não se sente à vontade mais cantando as músicas típicas do Pará: “Ela não falou que a banda Calypso vai acabar. Isso é mentira. Nós vamos continuar certamente até 2015, quando ela vai lançar um CD gospel, mas é apenas um trabalho paralelo. Ela não está se sentindo bem cantando o estilo de música que canta hoje. Mesmo antes da banda começar, ela tinha esse sonho, essa vontade de cantar para Deus. Mas Joelma não falou que a banda vai acabar. Eu também vou lançar um projeto paralelo à Calypso, um álbum só de música instrumental, que vai ser lançado em breve”, revelou o músico.
Chimbinha ainda demonstrou apoio à postura da esposa: “Acho que tudo que faz bem para ela tem que ser apoiado. Se faz o bem dela, faz o bem para a gente. Apoio totalmente”, concluiu.
A decisão de Joelma repercutiu no meio artístico e a cantora Elba Ramalho afirmou que a decisão da cantora deve ser respeitada: “Se Joelma encontrou Jesus, fico feliz por ela e temos que respeitar. Acho bom esse momento principalmente depois daquele episódio dela com os gays. Joelma foi muito patrulhada e aprendeu a medir mais as coisas que pensa e fala”.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Após 60 horas no fundo do mar, náufrago sobrevive e revela: “Fiquei chamando por Deus. Foi um milagre”

O cozinheiro de um navio rebocador que naufragou na última semana de maio na Malásia afirmou que sobreviveu ao acidente por um “milagre”.
Harrison Okene, 29 anos, estava à bordo do navio Jascon-4, quando uma tempestade tombou a embarcação. O cozinheiro passou 60 horas preso no banheiro, e sobreviveu graças a uma bolha de ar
que se formou quando a porta do compartimento trancou.
“Eu estava lá na água em total escuridão e tinha certeza de que era o fim. Fiquei pensando que a água ia encher a sala, mas isso não aconteceu”, contou. “Eu estava com muita fome, mas, principalmente, com muita sede. A água salgada tirou a pele da minha boca”, disse Okene, revelando os efeitos de horas submerso na água do mar.
O sobrevivente afirmou em entrevista à agência Reuters que o cenário era assustador: “Estava muito, muito frio e estava muito escuro. Eu não conseguia ver nada. Mas eu podia perceber que os corpos da minha tripulação estavam nas proximidades. E eu podia sentir o cheiro deles. Vieram os peixes e começaram a comer os corpos. Eu podia ouvir o som. Foi um horror”.
Quando os mergulhadores de resgate chegaram ao compartimento em que Okene estava, ele respondeu às tentativas de comunicação e conseguiu ser encontrado: “Ouvi um martelo batendo no navio. Bum, bum, bum! Nadei para baixo e encontrei um dispensador de água. Puxei o filtro de água e martelei o lado do navio esperando que alguém me ouvisse. Então, o mergulhador me ouviu. Quando eu comecei a acenar, ele ficou chocado”, relatou.
Harrison Okene demonstra gratidão por ter sobrevivido, mas não tem certeza se voltará ao mar novamente: “Quando estou em casa, às vezes parece que a cama em que eu estou dormindo está afundando. Acho que ainda estou no mar novamente. Eu não sei o que impediu a água de encher o cômodo. Eu só fiquei chamando por Deus. Ele me protegeu. Foi um milagre”, disse

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Esposa do pastor Marcos Pereira é indiciada por denunciação caluniosa e pode pegar até 8 anos de prisão

A esposa do pastor Marcos Pereira, Ana Madureira Silva, foi indiciada por denunciação caluniosa e, se condenada, por pegar de 2 a 8 anos de prisão.
O indiciamento ocorreu nesta quarta-feira, 12 de junho, pois Ana Madureira havia prestado depoimento anteriormente dizendo ter sido vítima de estupro de Marcos Pereira, e depois, desmentiu as acusações, segundo informações do G1.
De acordo com o delegado Marcio Mendonça, titular da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD), Ana Madureira Silva depôs no dia 09 de julho de 2012 e acusou o próprio marido de abuso sexual.
Porém, dez dias depois, Ana Madureira fez uma declaração em cartório dizendo que estava nervosa e que não tinha condições de prestar depoimento à Polícia, e enfatizou que permanecia casada com o pastor. Mendonça diz tê-la convocado novamente para prestar um segundo depoimento, porém a esposa de Marcos Pereira não compareceu.
Para Mendonça, isso configura denunciação caluniosa, crime previsto no artigo 339 do Código Penal Brasileiro: “Por isso, chegamos à conclusão de que ela cometeu o crime de denunciação caluniosa. Ela denunciou uma pessoa e depois disse que a denúncia não era verdadeira”, explicou o delegado.
Após a prisão do pastor Marcos Pereira, Ana gravou um vídeo e publicou no canal da Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD) negando ter dado depoimento dizendo que havia sido estuprada.
O pastor Marcos Pereira está preso há mais de um mês, sob acusação de ter estuprado fiéis da ADUD, igreja fundada por ele. Nesse período, Pereira teve quatro pedidos de liberdade provisória negados pela Justiça.